8 de dezembro de 2011

Divulgação Científica - Marcelo Knobel

O Texto não é propriamente um artigo mas uma sequência de aulas com propostas de discussões sobre ciência e pseudociência, sugerindo temas e matérias e artigos abordando a fraude de Sokal, homeopatia, astrologia, o que é uma controversia cientifica, alem de demarcar de forma didática a diferença entre ciência e pseudociencia e  o que os educadores podem fazer a respeito dessas questões.
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28 de novembro de 2011

O Que é a Epistemologia? - Michael Williams

Muitos filósofos nos dias de hoje negam que as questões filosóficas acerca do conhecimento tenham um carácter especial. Defendem que a epistemologia precisa de ser "naturalizada": quer dizer, aproximá-la de uma ou mais ciências, talvez da psicologia cognitiva. Outros filósofos defendem que a epistemologia está morta. Estas perspectivas são dificilmente separáveis: a distinção entre a transformação radical e a abolição imediata não é nítida. Contudo, penso que o naturalismo está enganado e que os obituários da epistemologia são prematuros.

22 de novembro de 2011

O que é metodologia cientifica - Alex Carvalho

O que caracteriza tal método? Na verdade, método, em ciência, não se reduz a uma apresentação dos passos de uma pesquisa. Não é, portanto, apenas a descrição dos procedimentos, dos caminhos traçados pelo pesquisador para a obtenção de determinados resultados. Quando se fala em método,busca-se explicitar quais são os motivos pelos quais o pesquisador escolheu determinados caminhos e não outros. São estes motivos que determinam a escolha de certa forma de fazer ciência.
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17 de novembro de 2011

Kuhn e as Ciências Sociais - Jesus de Paula Assis

O objetivo deste texto e examinar os motivos que levaram historiadores e autores em epistemologia das ciencias sociais a importar os termos kuhnianos de forma tao pouco fiel as intenções do autor do Livro. Antes, sera preciso fixar os principais traços do modelo de Kuhn e, igualmente importante, estabelecer que modelo não é.
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4 de novembro de 2011

Ilhas de História - Marshall Sahlins *

A história é ordenada culturalmente de diferentes modos nas diversas sociedades, de acordo com os esquemas de significação das coisas. O contrário também é verdadeiro: esquemas culturais são ordenados historicamente porque, em maior ou menor grau, os significados são reavaliados quando realizados na prática. A síntese desses contrários desdobra-se nas ações criativas dos sujeitos históricos, ou seja, as pessoas envolvidas. Porque, por um lado, as pessoas organizam seus projetos e dão sentido aos objetos partindo das compreensões preexistentes da ordem cultural. Nesses termos, a cultura é historicamente reproduzida na ação.
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3 de novembro de 2011

Projeto de Pesquisa - Um Instrumental da Pesquisa Cientifica - Marilda Correa Ciribelli

O Projeto de Pesquisa nada mais é que o planejamento, ou melhor, o primeiro passo da pesquisa. A própria palavra projetar aponta para esta direção, significa antever etapas para operacionalização de um trabalho. O agente da pesquisa não pode agir de forma assistemática. O Projeto de Pesquisa é um instrumental técnico que conduz a uma ação específica, com bases em recursos humanos, técnicos e financeiros.
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1 de novembro de 2011

Ler e Escrever na Escola - O Real, o Possível e o Necessário - Delia Lerner

A pertinência desses textos é inegável. Todos eles estão centrados na compreensão e na transformação da prática docente em alfabetização em educação básica. Este livro testemunha um esforço constante para analisar as mudanças nas práticas docentes e teorizar sobre as ações necessárias para que tais mudanças ocorram. Em sua reflexão, Delia incorpora fortemente o pensamento francês de uma corrente conhecida como Didática da Matemática, cujos representantes principais, citados por ela mesma, são Brousseau e Chevallard. E aqui se torna manifesto seu duplo interesse nas aprendizagens básicas. Língua e Matemática  que determinam o êxito ou fracasso inicial. Ela atualiza conceitos fundamentais dessa corrente de pensamento como o de contrato didático e o de transposição didática tratando, no entanto, de encontrar sua própria especificidade no caso da língua escrita. Finalmente, a melhor recomendação que se pode fazer a um livro é mostrar que ajuda a continuar pensando. Que a discussão siga e que o conhecimento avance para que possamos atuar melhor e, assim, garantir o direito à alfabetização de todas as crianças. Download 
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24 de outubro de 2011

História cientifica, Historia contemporânea e História cotidiana - Norberto Luiz Guarinello

Este artigo discute alguns dos impasses da História contemporânea, identificando alguns de seus limites como disciplina científica e ressaltando sua especificidade frente às demais ciências humanas. A partir da perspectiva do tempo cotidiano, discute conceitos como tempo histórico, estrutura e ação.

17 de outubro de 2011

Uma breve historia de PI - Christian Q. Pinedo

A existência de uma relação constante entre a circunferencia de um cırculo e o seu diâmetro era conhecido por muitas das civilizacoes antigas. Tanto os Babilˆonios como os Egıpcios sabiam que esta razão era maior que três.Entre os números celebres, PI é o mais celebre de todos, este numero aparece na matemática elementar e em todas as questões de medidas relativas a cırculos, esferas, cones e cilindros, etc. Na realidade, como numero irracional, PI é expresso por uma dizima infinita não periódica, que nos dias de hoje com a ajuda dos computadores j´a ´e poss´ıvel determinar com centenas de milhões de casa decimais.

13 de outubro de 2011

Milagres, a História e a Ciência: uma análise do argumento de Hume - Eduardo O. Chaves

Embora essa ação divina seja vista, principalmente por teólogos de tendências existencialistas, na dimensão existencial do curso normal e natural da história e também da natureza, por outros é vista primariamente nos portentos e prodígios que se crê que Deus tenha realizado como sinais para o seu povo. Porém esta é uma questão que não nos interessará diretamente neste trabalho. O problema de milagres tem ramificações epistemológicas de razoável interesse para a filosofia e ciência, e são estas ramificações que nos interessarão mais de perto em nossa análise do argumento de Hume.
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13 de setembro de 2011

Métodos e Tecnicas de Pesquisa Social - Antonio Carlos Gil

A obra trata da natureza e dos métodos da Ciência Social, da pesquisa social, da formulação do problema, da construção de hipóteses, do delineamento da pesquisa, da operacionalização das variáveis, da amostragem na pesquisa social, da entrevista, do questionário, das escalas sociais, dos testes, da utilização de documentos, da análise e interpretação, do relatório de pesquisa.

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8 de setembro de 2011

A Introdução à Lógica - César Mortari



Ao contrário do que pensam alguns, a lógica é uma ciência apaixonante e viva, fruto de rica história de evolução e transformação. Essa mesma história dinâmica é refletida neste livro, onde se constrói uma rigorosa e abrangente introdução aos desenvolvimentos recentes e ao conteúdo clássico dessa ciência.







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24 de agosto de 2011

Uma discussão sobre questões morais na produção científica e em sua cobertura jornalistica - Alba Christina Araújo da Costa Ribeiro



O artigo discute as relações entre ética, ciência e jornalismo. Aborda conceitos sobre a ética e os valores morais inerentes à prática da ciência e do jornalismo, refletindo a respeito do jornalismo científico exercido na atualidade e sobre a ética do jornalista e do cientista. Analisa ainda os interesses políticos-econômicos que influenciam as pesquisas científicas e a sua divulgação pela mídia, expondo pontos de vista de diversos autores sobre como deveria ser a atuação do jornalista que cobre ciência e tecnologia, no sentido de promover a alfabetização científica e a democratização do saber.
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22 de agosto de 2011

Argumentação Solida e Plausivel - Sergio Navega *

O artigo é um resumo de como argumentar de maneira solida e eficaz, define termos : O que é um argumento, como analisar argumentos, explica criterios que um bom argumento deve ter como aceitabilidade, relevancia, suporte e refutabilidade. O artigo tambem traz uma lista de falácias mais comuns, e dicas para tornar o argumento mais resistente a contra-argumentação. Há tambem varios exemplos de logica e taticas para casos complicados.
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17 de agosto de 2011

O Senso Comum e a Vida Cotidiana - Jose de Souza Martins



O senso comum é comum não porque seja banal ou mero e exterior conhecimento. Mas porque é conhecimento compartilhado entre os sujeitos da relação social. Nela o significado a precede, pois é condição de seu estabelecimento e ocorrência. Sem significado compartilhado não há interação. Além disso, não há possibilidade de que os participantes da interação se imponham significados, já que o significado é reciprocamente experimentado pelos sujeitos.Se nos fosse possível observar o processo interativo em “câmara lenta”, poderíamos perceber o complexo movimento, o complicado vai-e-vem de imaginação, interpretação, reformulação, reinterpretação, e assim sucessivamente, que articula cada fragmentário momento da relação entre uma pessoa e outra e, mesmo, entre cada pessoa e o conjunto dos anônimos que constituem a base de referência da sociabilidade moderna.
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15 de agosto de 2011

Pensamento Crítico e Argumentação Sólida - Gabriel Gomes de Luca

 
Ao tratar o pensamento crítico e a argumentação sólida, o autor examina o processo de criticar por meio de um exame de natureza mais próxima ao que poderia ser considerado como uma “Lógica instrumental”, destacando pouco outras características e prováveis decorrências da apresentação desse tipo de comportamento. Há, por exemplo, outras obras que caracterizam o pensamento crítico com um tipo diferente de exame e, como conseqüência, destacam outros aspectos desse processo comportamental.
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14 de agosto de 2011

Como Ler um Texto de Filosofia - Antonio Joaquim Severino *

Ler e compreender o sentido das palavras é uma tarefa bem mais complexa do que assimilar meras informações contidas em um texto. Esse processo torna-se ainda mais profundo quando a leitura aborda conteúdos filosóficos. Filosofar é, pois, uma experiência intelectual, um exercício de nossa faculdade de pensar as coisas, de aprender os seus sentidos, de buscar a significação que elas têm para nós, analisa Antônio Joaquim Severino. É preciso que incorporemos algumas orientações, pois a leitura de textos científicos e filosóficos não é um procedimento espontâneo: ele exige uma intervenção mais sistemática para a decodificação do texto do que quando se trata de textos literários, nos quais a apreensão da mensagem apóia-se mais na nossa familiaridade com a linguagem coloquial e em nossa imaginação, explica o autor. Como ler um texto de filosofia apresenta um material que permite um contato mais aprofundado com os pensadores e o desafio de mostrar aos leitores que a filosofia está inteiramente ligada as suas vidas. 

26 de julho de 2011

História da vida privada 3 - Da renascença ao século das luzes - George Duby *

Divido em três partes, o volume oferece um quadro abrangente, mas de enorme detalhamento e variedade, de um dos períodos cruciais na história do Ocidente: da Renascença ao chamado Século das Luzes. Nesta época marcada pela ampliação do poder estatal, são analisados o desmoronamento da sociabilidade comunitária, o avanço da alfabetização e da difusão dos livros, as formas de piedade solitária incentivadas pelo protestantismo e pela Contra-Reforma, enfim, os diversos fatores que contribuíram para dilatar a separação entre o público e o privado, consolidando a sensibilidade e o individualismo que caracterizaram a era moderna.
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30 de junho de 2011

Foulcault em 90 minutos - Paul Strathern *

Depois de muito pensar e pesquisar, Michel Foucault (1926-1984) chegou à conclusão de que poder e saber estão intimamente ligados. Como se não bastasse, argumentou que não existe uma verdade absoluta, somente diferentes verdades sobre a realidade em diferentes momentos - verdades que atendem às necessidades do poder.

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29 de junho de 2011

A Fabricação da Ciência - Alan Chalmers *

Este livro é uma seqüência de What is this thing called science?. Nesse livro, submeti algumas das explicações mais comuns da ciência e seus métodos a minucioso exame crítico, mas não cheguei a elaborar em detalhe nenhuma alternativa para elas. Convenci-me de que tal elaboração é necessária, sobretudo diante da amplitude das críticas que, contra as minhas intenções, têm considerado minha posição radicalmente cética, negadora de qualquer estatuto distintivo, objetivo do conhecimento científico▪
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27 de junho de 2011

Ciência e sua iniciação - Anotações para reflexão - Adriano Rodrigues Ruiz

Nesta reflexão, de natureza ontológica, a ciência é identificada como ferramenta de coordenação do pensamento, necessária a todos, porém inacessível à maioria das pessoas. O espírito científico é apresentado como, ligado à superação de amarras provenientes do apego às explicações duráveis e ao governo desde fora. Os esforços de aproximação à ciência, no mundo escolar, são apontados como um desafio a estar presente em todos os níveis, do Ensino Fundamental à pós-graduação.
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20 de junho de 2011

A Vida de Laboratório - A Produção de Fatos Científicos - Bruno Latour *


Ninguém imagina como é o dia-a-dia de um laboratório – técnicos que entram e saem, pesquisadores debruçados em suas bancadas e pilhas de papel, instrumentos, materiais, substâncias químicas e animais que chegam a todo momento, milhares de dólares gastos a cada dia e, talvez, algum mistério decifrado. “Um quebra-cabeça quase terminado guiado por um campo invisível”, define o etnólogo francês Bruno Latour, que se uniu ao sociológo inglês Steve Woolgar para analisar a produção social do objeto científico. Assim nasceu este estudo inédito sobre a vida de laboratório e a produção dos fatos científicos.

6 de junho de 2011

A formação do Espirito cientifico - Gaston Bachelard

A formação do espírito científico se insere na sequência de obras que marca o período mais criativo do Bachelard “diurno”, aquele que pensa o saber científico. A elas se somam os textos do Bachelard “noturno”, que se debruça sobre a criação artística, o devaneio, as imagens poéticas, as potências da imaginação. Num e noutro caso, o filósofo não procura estabelecer a relação do saber, produzido pelos homens, com as coisas, mas a relação desses homens com seu próprio saber. Em A formação…, Bachelard destaca as armadilhas e dificuldades que cercam a descoberta de conceitos fundamentais, a função positiva dos erros nessa gênese e, principalmente, o caráter recorrente e geral de certas resistências ao conhecimento científico. Justamente porque esses obstáculos ao conhecimento estão presentes dentro de nós e espalhados à nossa volta, e porque sua superação é um desafio que sempre se renova, o livro tornou-se um clássico.
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2 de junho de 2011

O Umbigo de Adão - Martin Gardner

O livro investiga a 'ciência' que há por trás da Teoria do sonho e psicologia da Nova Era; Cientologia e fundamentalismo bíblico; Reflexologia, urinoterapia e outros dogmas da medicina alternativa. Acostumados ao bombardeio diário nos meios de comunicação sobre todo tipo de profissionais da pseudociência, não temos qualquer critério que nos ajude a separar o cada vez mais presente joio do dificilmente encontrável trigo. O 'Umbigo de Adão' busca exatamente preencher este espaço, analisando - muitas vezes de maneira sarcástica - as crenças que surgiram nas últimas décadas e que, por absoluta falta de senso crítico, se tornaram 'verdades' indiscutíveis, quando são apenas a eterna necessidade de crer, comum ao ser humano desde sempre.(trecho)

31 de maio de 2011

Introdução ao Projeto de Pesquisa Ciêntífica - Franz Victor Rudio *

Este trabalho se destina aos principiantes, isto é, aos que estão se iniciando no estudo de métodos e técnicas de pesquisa científica, E seu objetivo é servir de roteiro para ajudar os alunos a acompanharem as explicações e outras orientações dadas pelo professor.
O nosso intuito é apresentar, de maneira simples, as noções básicas necessárias a elaboração de um projeto de pesquisa. Faremos continuamente indicações de como se executar uma pesquisa; entretanto este procedimento tem apenas a função de mostrar como se prepara um projeto. Talvez devêssemos ainda acrescentar: o meio mais eficaz ir alguém realizar uma boa pesquisa é elaborar um bom projeto da mesma.
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30 de maio de 2011

Lógica e Algebra de Boole - Jacob Daghlian

O livro resultou de intensa pesquisa e da experiência de magistério do autor. Por isso, sua forma agradável de apresentar o conteúdo programático: em vez de uma abordagem orientada para o conhecimento da matemática pura, abstrata, o autor optou pela apresentação de um sistema algébrico que representou importante passo no desenvolvimento da eletrônica, computação, pneumática e outras aplicações que envolvem até a Pesquisa Operacional.

24 de maio de 2011

Ciência com consciência - Edgar Morin

O autor aponta problemas éticos e morais da ciência contemporânea, cujos múltiplos e prodigiosos poderes de manipulação, nascidos das tecnociências, têm imposto ao cientista, ao cidadão e à humanidade inteira o problema do controle político das descobertas científicas, e a necessidade epistemológica de um novo paradigma que rompa os limites do determinismo e da simplificação, e incorpore o acaso, a probabilidade e a incerteza como parâmetros necessários à compreensão da realidade.

21 de maio de 2011

As Maravilhas da Matemática - Malba Tahan

Pretendemos oferecer uma coletânea bem variada de pequenos trechos sobre os mil e um temas curiosos, vivos e interessantes, que repontam no campo imensurável da Ciência e que vão reflorir, com as sete cores da fantasia, no prodigioso jardim da Matemática.O leitor que abrir este livro — professor, estudante ou curioso — vai encontrar em suas páginas não teorias mirabolantes ou integrais rebarbativas, mas pequenos episódios, dados históricos, problemas pitorescos, definições estranhas, curvas patológicas, direta ou indiretamente relacionadas com a Matemática.
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18 de maio de 2011

A Metodologia de Pesquisa cientifica nas series iniciais do Ensino Fundamental - Cristiana Aparecida

A aplicação da metodologia de pesquisa científica em sala de aula implica em problematizar o conhecimento, o que suscita a organização e a sistematização do que foi estudado e do que foi aprendido. Estudar é realmente, um trabalho difícil. Exige de quem o faz uma postura crítica, sistemática. Exige uma disciplina intelectual que não se ganha a não ser praticando-a... A atitude crítica no estudo é a mesma que deve ser tomada diante do mundo, da realidade, da existência. Uma atitude de adentramento com a qual se vá alcançando a razão de ser dos fatos cada vez mais lucidamente (Freire:1982).

16 de maio de 2011

O Cérebro De Broca - Carl Sagan *

Desde que existem seres humanos que nos pomos questões mais profundas e fundamentais, ou seja, as que evocam surpresa e estimulam pelo menos a nossa consciência trémula e pouco experiente. Essas questões são as que se prendem com a origem da consciência, a vida no nosso planeta, o princípio da Terra, a formação do Sol, a possibilidade da existência de seres pensantes algures para lá das profundezas do céu; e ainda - e esta é a maior pergunta de todas - a que diz respeito ao advento, à natureza e ao destino último do universo. Até há muito pouco tempo, na história da humanidade, estes temas eram do pelouro exclusivo dos filósofos e dos poetas, dos impostores e dos teólogos.Mas hoje, como resultado de um conhecimento dolorosamente extraído da natureza e através de observações e experiências, estamos habilitados a dar, pelo menos, respostas preliminares a muitas destas perguntas
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9 de maio de 2011

Pedagogia :Diálogo e Conflito - Moacir Gadotti

Demos esse título porque, para além da pseudo-neutralidade da pedagogia tradicional e da astúcia da pedagogia liberal, buscávamos mostrar como o diálogo e o conflito se articulam como estratégia do oprimido. Sustentamos que o diálogo se dá entre iguais e diferentes, nunca entre antagônicos. Entre esses, no máximo pode haver um pacto. Entre esses há é o conflito, de natureza contrária ao conflito existente entre iguais e diferentes
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2 de maio de 2011

Darwin e a evolução em 90 minutos - Paul Strathern *

A ideia de evolução parece-nos hoje tão evidente que é difícil imaginar como o mundo surgiu sem ela. Darwin teve o mesmo destino de Freud, que disse: "Espero que algum dia perguntem: o que havia de tão especial nesse tal de Freud? Tudo o que ele disse era tão óbvio. " Por outro lado (mais uma vez como Freud), quando as idéias de Darwin são examinadas em profundidade, podem parecer totalmente não-científicas ou até mesmo sem sentido. Em última análise, "sobrevivência do mais forte" não significa senão "sobrevivência do que sobrevive".

30 de abril de 2011

Credulidade e Efeito Barnum ou Forer - Guenia Bunchaft *

O Efeito Barnum ou Forer é objeto de estudo teórico e pesquisa empírica na psicologia. Trata-se de uma manifestação particular de credulidade. Consiste na aceitação pelas pessoas de descrições de personalidade fictícias como exatas e verdadeiras. O Efeito Barnum está relacionado ao problema da distinção entre ciência e pseudociência, bem como aos processos de validação científica de instrumentos de avaliação de personalidade.Os resultados dessas pesquisas suscitam tanto problemas teóricos, como é o caso da distinção entre ciência e pseudociência, quanto questões de natureza prática, aplicáveis à experiência de profissionais da saúde de modo geral, notadamente na de psicólogos e psiquiatras. A implementação de processos educativos e psicossociais visando à prevenção e ao controle da credulidade estão relacionados ao desenvolvimento do pensamento crítico. (reupado)

27 de abril de 2011

Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Dissertação - Edna Lúcia da Silva

A elaboração de um projeto de pesquisa e o desenvolvimento da própria pesquisa, seja ela uma dissertação ou tese, necessitam, para que seus resultados sejam satisfatórios, estar baseados em planejamento cuidadoso, reflexões conceituais sólidas e alicerçados em conhecimentos já existentes.A pesquisa é um trabalho em processo não totalmente controlável ou previsível. Adotar uma metodologia significa escolher um caminho, um percurso global do espírito. O percurso, muitas vezes, requer ser reinventado a cada etapa. Precisamos, então, não somente de regras e sim de muita criatividade e imaginação.

20 de abril de 2011

Ciência, pseudociência e o fascínio popular - Raymundo de Lima

Rádio, televisão e internet divulgam fórmulas milagrosas para tratar calvície, emagrecer, até para aumentar o tamanho do pênis. Técnicas bizarras ensinam a aplicar o próprio sangue [hemoterapia?], tomar a própria unina [urinoterapia?], viver apenas tomando luz [helioterapia?] etc.
Algumas igrejas entram em franca concorrência com a medicina e a psicologia, oferecendo curas ou milagres grátis para diversas enferminades. Uma oferece águas milagrosas para todos os males, outra recomenda um mantra para zerar estresse, ou seja, usam sugestão e superstição, se aproveitam da boa fé ou ingenuidade popular. A prática de curandeirismo é crime previsto por lei, mas as pseudoterapias vão se disseminando na sociedade graças aingnorância do povo e a omissão dos poderes públicos responsáveis.
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14 de abril de 2011

Demarcando Ciência e Pseudociência para alunos do Ensino Médio - Osvaldo Dias Venezuela

Esse trabalho apresenta uma proposta de demarcação entre Ciências e Pseudociências para alunos do ensino médio, tem como objetivo aumentar o ceticismo dos alunos. Para isso os alunos foram submetidos a intervenções sobre Astrologia, Premonições, Aparições e o livro O Segredo.
Para aumentar o ceticismo e consequentemente reduzir a “credulidade” dos alunos do Ensino Médio, uma proposta foi elaborada que mostra como confrontar Ciência e Pseudociência, através de intervenções com textos, filmes e atividades que buscaram esclarecer os alunos sobre Astrologia, Premonição, Aparições e sobre a lei da Atração em uma escola pública do estado de São Paulo.
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7 de abril de 2011

A Revolução Darwiniana - Daniel Dennett

Uma das contribuições fundamentais de Darwin é mostrar-nos uma nova maneira de dar sentido às perguntas pelo “por que”. Queiramos ou não, a ideia de Darwin oferece-nos uma maneira — clara, convincente e espantosamente versátil — de dissolver estes velhos enigmas. É preciso tempo para nos habituarmos à sua ideia, e ela é muitas vezes mal aplicada, mesmo pelos seus amigos mais dedicados. […] O que ganhamos é, pela primeira vez, um sistema explicativo estável que não anda às voltas nem entra numa espiral infinita de mistérios. Aparentemente, algumas pessoas preferem a regressão infinita de mistérios, mas hoje em dia o custo desta estratégia é proibitivo: deixar-se enganar. Podemos enganar a nós próprios, ou deixar essa tarefa a outras pessoas, mas não há uma forma intelectualmente defensável de reconstruir as poderosas barreiras à compreensão que Darwin derrubou.
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4 de abril de 2011

Metodologia cientifica - Gian Danton *

Ao contrário do que dão a entender a maioria dos livros de metodologia, o conhecimento científico não é algo pronto e acabado, indiscutível. Na verdade, o século XX foi palco de uma apaixonada discussão sobre o que é ciência, quais são suas características e sua relação com os outros tipos de conhecimento. Os pensadores que exploraram o tema discordam entre si e há até aqueles que defendem que um método científico é impossível. Outros têm denunciado a ideologia por trás do método científico, tais como Edgar Morin e Hebert Marcuse, que acusam a ciência e a tecnologia de promoverem a transformação do homem em coisa e a compartimentação do saber.Entretanto, a noção que se tem hoje do conhecimento científico é influenciada pelos pontos de vista do Círculo de Viena e dos pensadores Karl Popper e Thomas S. Kuhn pela influência de suas propostas epistemológicas.

1 de abril de 2011

O Herói de Mil Faces - Joseph Campbell *


Embora apresentem amplas variações em termos de incidentes, de ambientes e de costumes, os mitos de todas as civilizações oferecem um número limitado de respostas aos mistérios da vida. Em O Herói de Mil Faces, Joseph Campbell - reconhecidamente, um dos maiores estudiosos e mais profundos intérpretes da mitologia universal - apresenta o herói compósito: Apoio, Wotan, Buda e numerosos outros protagonistas da religiões, dos contos de fada e do folclore representam simultaneamente as várias fases de uma mesma história. O relacionamento entre seus símbolos atemporais e os símbolos detectados nos sonhos pela moderna psicologia profunda é o ponto de partida da interpretação oferecida por Campbell.
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30 de março de 2011

Professor Reflexivo no Brasil - Gênese e critica de um conceito - Selma Garrido Pimenta



A proposta do professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito é discutir criticamente o conceito do professor reflexivo, amplamente apropriado e generalizado nos meios educacionais brasileiros. Para isso analisa suas raízes fundantes de modo a compreender o seguinte paradoxo: essa perspectiva conceitual tem se revelado extremamente importante para a leitura, compreensão e orientação do processo de formação de professores, entretanto, também tem sido apropriada por diversos atores pesquisadores e reformadores educacionais, com perspectivas claramente divergentes para esse processo. Diante dessa problemática se necessário avaliar, investigar, aprofundar, analisar e criticar a fecundidade de uma perspectiva teórica para uma formação dos professores e professoras na contemporaneidade brasileira que as valorize como sujeitos. 

29 de março de 2011

O que é mito - Everaldo Rocha *

O mito há de ser sempre um desafio, uma abertura, um enigma. De sentido múltiplo e difuso, é através dele que as sociedades exprimem suas contradições, dúvidas e inquietações. Quase indefinível, pode designar desde o mito de Édipo até o de Michael Jackson, passando pelo mito da mulher amada ou da eterna juventude. Que "verdade" podemos encontrar nele? Quais suas possíveis origens e interpretações?

27 de março de 2011

Epistemologia - Gaston Bachelard *

Denunciar a filosofia existente e fornecer à ciência a filosofia que merece: eis um dos objetivos de Bachelard que, no seu projeto epistemológico, tende para um pluralismo filosófico e assinala à filosofia o lugar entre a ciência e a poesia, como linha de demarcação que permite a liberdade e a eficácia. A presente compilação reúne algumas das ideias centrais da sua reflexão.
O arquivo está em PDF pesquisável.
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23 de março de 2011

Ontopsicologia - Estudo de Caso Sobre Pseudociência - Renato Zamora *

Certas teorias pseudocientíficas são baseadas na autoridade de um texto, e não em observações ou investigações experimentais, como o criacionismo. Podem apoiar-se em lenda e relatos míticos como o caso de Erich von Däniken, no conhecido livro «Eram os Deuses Astronautas?". Algumas outras teorias pseudocientíficas explicam o que os descrentes, sequer, podem observar, como a energia orgõnica. Outras, não podem ser testadas por serem tão vagas e maleáveis que qualquer aspecto relevante pode ser forçãdo a se encaixar na teoria como ocorre com a iridologia, o estudo da íris com o objetivo de diagnosticar doençãs. Ainda existem aquelas que foram testadas experimentalmente e acabaram refutadas. Para continuar existindo, utilizam-se de numerosas hipóteses ad hoc para sustentá-las, como ocorreu com os biorritmos, na década de 1970, e com a percepção extra-sensorial, até os dias de hoje. As mais conhecidas apóiam-se, principalmente, no uso seletivo de relatos que lhes são convenientes e na capacidade de confundir o raciocínio, mesclando alegações mágicas on fantásticas com informações científicas conhecidas, como ocorre com a homeopatia
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16 de março de 2011

A Escola dos Annales 1929 - 1989 A Revolução Francesa da Historiografia - Peter Burke

Primeira publicação que narra a história do movimento surgido na França, agrupado em torno da revista dos Annales. Ao dar estatuto de objeto de análise histórica a dimensões da vida privada, a Escola dos Annales abriu uma terceira via ao estudo da história, distanciando-se tanto da historiografia marxista quanto da história factual-biográfica. Peter Burke esclarece as coordenadas dessa refundação do método histórico analisando seus fundadores, Lucien Febvre e Marc Bloch, passando ainda por Fernand Braudel, Georges Duby, Jacques Le Goff e Le Roy Ladurie.
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15 de março de 2011

O Homem e seus Símbolos - Carl G. Jung

Inspirado por um sonho do autor e concluído apenas dez dias antes de sua morte, este livro constitui uma tentativa de expor os princípios fundamentais da análise junguiana para o leitor, sem qualquer obrigatoriedade de conhecimento especializado de psicologia. No livro, Jung acentua que o homem só se realiza através do conhecimento e aceitação do seu inconsciente - conhecimento que ele adquire por intermédio dos sonhos e seus símbolos. Enriquecido com mais de 500 ilustrações, que compreende seis capítulos escritos pelo próprio Jung e cinco de seus principais discípulos, é de importância capaital para a compreensão de uma das mais obras mais fundamentais dos tempos modernos. 
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14 de março de 2011

Ficção Científica e Ensino de ciências : para além do método de "encontrar erros em filmes" - Luís Paulo Piassi

Tem sido comum a proposta de empregar filmes de ficção científica — FC — para introduzir conceitos de ciência em sala de aula. No entanto, muitas vezes, o potencial didático de uma obra é associado à precisão científica das situações retratadas. Assim, filmes que exibem cenas fantasiosas ou mesmo flagrantemente contrárias ao conhecimento científico seriam didaticamente menos relevantes do que as que trazem situações realistas.
Nas pesquisas em ensino de ciências, no entanto, a noção de “erro” conceitual tem sido examinada com critérios menos valorativos, seja por aquelas baseadas no desenvolvimento cognitivo, derivadas dos trabalhos pioneiros de Viennot (1979) e de Saltiel e Viennot (1985), seja pelas ligadas à história e à natureza do
conhecimento científico, que mostram como o desenvolvimento do conhecimento no plano individual está sujeito a indefinições e obstáculos similares aos da construção do conhecimento social da ciência.
Além disso, também não é possível ignorar que a obra ficcional segue suas próprias leis: aquilo que um cientista consideraria um erro pode constituir uma estratégia narrativa fundamental para que a história atinja o efeito pretendido pelo autor.
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9 de março de 2011

O Diabo dos Números - Hans Magnus Enzensberger

O livro nega desde o início aquele lugar-comum segundo o qual quem gosta de matemática não gosta de literatura ou, numa outra versão, quem sabe fazer conta não sabe escrever.Robert, o menino do pijama azul, fazia parte dessa maioria que acha os números não só monstruosos, mas também absurdos e inúteis. Um dia, entretanto, ele começa a sonhar com um certo Teplotaxl, um diabo que pinta e borda com a matemática. No total, são doze sonhos, e a cada sonho o tal Teplotaxl faz malabarismos tão interessantes que os números simplesmente deixam de ser malditos. Ficam claros para Robert. Claros e diabolicamente divertidos.

8 de março de 2011

Iniciação à Lógica Matemática - Edgard de Alencar Filho *

Lógica Matemática (que não é a mesma coisa que Raciocínio Lógico) é outro ponto sensível em concursos públicos, pois é difícil achar boas referências por dois motivos: ou porque está aquém do desejado para concursos em geral, ou porque está muito acima do que é exigido nas provas, assim sendo, torna-se difícil encontrar uma obra que esteja no ponto de equilíbrio. Dentro deste escopo, um livro muito interessante é: “INICIAÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA”

A Construção do Saber - Christian Laville

A experiência dos professores cadanenses Christian Laville e Jean Dionne, da Université Laval, em inúmeros cursos interdisciplinares sobre metodologia da pesquisa, permitiu-lhes apresentar os princípios e as práticas de produção da pesquisa de maneira desafiadora, atraente e acessível a todos aqueles que se iniciam na prática da produção do conhecimento científico.
Através deste manual, professores e universitários poderão encontrar bases epistemológicas que fundamentam diferentes formas de produção do conhecimento; as operações mentais e práticas constitutivas do processo do produção de um conhecimento novo ou original; os elementos básicos de análise estatística visando a orientar os pesquisadores a tirarem o máximo de proveito do potencial da informática. Este livro também oferece uma indicação das principais fontes documentais brasileiras e internacionais no campo das ciências humanas. Trata-se de uma iniciação ao que é essencial na prática da produção do conhecimento, desenvolvendo ao mesmo tempo uma cultura científica indispensável para a apreciação crítica dos frutos da pesquisa.
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7 de março de 2011

Como Elaborar Projetos de Pesquisa - Antonio Carlos Gil *

Este livro proporciona a estudantes e profissionais os elementos necessários para a elaboração de projetos de pesquisa nos mais diversos campos do conhecimento.
Em sua elaboração, o autor foi guiado por dupla preocupação. primeiramente, apresentar os iniciantes, de maneira simples e acessível, os elementos necessários para a elaboração de projetos de pesquisa. em segundo lugar, garantir ao profissional de pesquisa, bem como aos estudantes dos níveis mais avançados, inclusive dos cursos de pós-graduação, condições para a organização de conhecimentos dispersos, obtidos ao longo da vida acadêmica ou do contato direto com a prática de pesquisa.
A despeito de seu caráter prático, o livro está longe de ser um receituário; procura, ao longo de seus capítulos, tratar das mais diversas implicações teóricas que envolvem o processo de criação científica.
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