Neste volume, Karl R. Popper formula e explica a sua teoria não-justificacionalista do conhecimento. A ciência — a ciência empírica —, tendo embora como objectivo a elaboração de teorias cabalmente explanatórias, não consegue no entanto provar, demonstrar ou justificar o facto de qualquer dessas teorias ser verdadeira. Tem pois de prosseguir a questionamento e a crítica de todas elas, independentemente da sua maior ou menor veracidade.
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17 de novembro de 2018
13 de maio de 2018
Karl Popper - O Mito do Contexto
Karl Popper é um autor obrigatório para todos que trabalham a questão da produção do conhecimento em ciências humanas. O Mito do Contexto reúne alguns dos mais importantes textos do debate sobre ciência e racionalidade produzidos por este considerado filósofo do século XX, que nos oferece aqui o seu próprio racionalismo crítico - a perspectiva com que analisa tanto a teoria do conhecimento como as atitudes relativas à vida, à moral e à democracia.
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3 de janeiro de 2013
A lógica das ciências sociais - Karl Popper
O texto faz parte de um simpósio do qual participou Adorno. Popper apresenta duas teses opostas sobre o alcance do conhecimento. Uma diz que conhecemos muito, a outra diz que somos ignorantes. Mas elas se opõe só na aparência. Para explicar melhor, Popper desdobra isso em mais teses. A teoria do conhecimento deve ser lida com o aparente paradoxo apresentado por estas duas teses.
Popper defende a lógica dedutiva em contraposição à indutiva. Se uma premissa é verdade, a conclusão que se segue necessariamente também é. Uma proposição é verdadeira, porém se corresponde aos fatos. Aqui observamos que uma conclusão acerca dos fatos parte quase sempre de um juízo dedutivo. Se deduzo que o “peixe X nada”, isso advém de um primeiro juízo indutivo que diz “todos os peixes nadam”, já que não é possível observar a validade deste juízo observando todos os peixes existentes. http://blog.cybershark.net/miguel/2009/01/27/logica-das-ciencias-sociais-de-karl-popper/
Popper defende a lógica dedutiva em contraposição à indutiva. Se uma premissa é verdade, a conclusão que se segue necessariamente também é. Uma proposição é verdadeira, porém se corresponde aos fatos. Aqui observamos que uma conclusão acerca dos fatos parte quase sempre de um juízo dedutivo. Se deduzo que o “peixe X nada”, isso advém de um primeiro juízo indutivo que diz “todos os peixes nadam”, já que não é possível observar a validade deste juízo observando todos os peixes existentes. http://blog.cybershark.net/miguel/2009/01/27/logica-das-ciencias-sociais-de-karl-popper/
6 de abril de 2011
Em Busca de um Mundo Melhor - Karl Popper
"Em busca de um mundo melhor" é uma reunião de ensaios e conferências de Karl Popper que tratam do início da especulação científica na Grécia Clássica à necessidade de uma nova ética profissional e de responsabilidade intelectual. Popper analisa os grandes pensadores do Iluminismo como Voltaire e Kant, assim como a lógica das ciências sociais e relação entre ciência e arte.
18 de fevereiro de 2011
A Sociedade Aberta e Seus Inimigos - Karl Popper
Com A Sociedade Aberta e Seus Inimigos, Popper notabilizou-se igualmente como pensador político. Sua proposta fundamental consiste em aplicar, à organização social, o mesmo método que desenvolveu em relação à ciência. Se o crescimento desta depende da derrota do dogmatismo, também a democracia não pode sobreviver à existência de verdades irrefutáveis. A sociedade aberta é uma conquista da civilização, corresponde ao sistema concebido e praticado pelo homem maduro, que recusa ser tratado como criança pelo Estado, aceita todas as suas responsabilidades – entre as quais inclui não apenas direitos mas também deveres –, reconhece a impossibilidade do paraíso terrestre e desdenha das utopias socialistas.
Arquivo reupado
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7 de fevereiro de 2011
As Idéias de Popper - Bryan Magee ( novo link )
Esta obra é uma pungente crítica das filosofias do determinismo histórico, particularmente o marxismo. Embora pertencente à corrente da filosofia da ciência conhecida como positivismo lógico, Popper fará a melhor crítica do empirismo de Hume desde Kant, observando que mesmo a verificação empírica pressupõe uma teoria, uma vez que há de se definir o que se verificar. Como sua teoria do conhecimento encara a ciência como um processo crítico de resolução de problemas, Popper irá defender radicalmente as organizações sociais que facilitem a livre proposição crítica, o que denomina a sociedade aberta. E até por que mais racional e menos dispendiosa para os cidadãos pagadores de impostos que teriam das autoridades a pronta admissão e correção dos erros de suas políticas públicas. Download
9 de setembro de 2009
A Lógica da Pesquisa Científica - Karl Popper
Publicada pela primeira vez em 1933, em alemão, "A Lógica da Pesquisa Científica" ganhou nova versão, em inglês, em 1958. É uma das obras mais importantes relacionadas à metodologia e ao conhecimento científico. Nesse livro, Karl Popper dá uma contribuição decisiva ao problema da indução, que desafia os filósofos pelo menos desde o século 17.
Segundo a concepção tradicional de ciência, o ponto de partida do cientista são os dados empíricos, observáveis. Esses dados da observação, acumulados, transformam-se em hipóteses que, uma vez verificadas, tornam-se leis científicas. O procedimento lógico que norteia a ciência é a indução, que parte de dados singulares para chegar ao universal. O critério de demarcação usado para definir o que é ou não ciência é a verificação.
O problema da indução consiste no fato de que, por mais dados singulares que o cientista acumule, não há uma garantia lógica de que o enunciado universal daí inferido seja verdadeiro.
Popper defende em sua obra que o critério de demarcação da ciência não é a verificação, mas sim o falseamento. O que caracteriza o procedimento do cientista é uma tomada de decisão, em termos metodológicos, de não proteger do falseamento nenhum enunciado científico. Popper mostra como a ciência só pode ser definida por meio de regras metodológicas.
"A Lógica da Pesquisa Científica" divide-se em duas partes: a primeira se caracteriza como uma introdução à lógica científica e trata do problema da indução, da demarcação e da falseabilidade. A segunda parte desenvolve diversos temas relacionados ao que Popper chama de "componentes estruturais de uma teoria da experiência".
Karl Popper nasceu em 1902, em Viena e morreu em 1994, como um dos mais importantes filósofos do século 20. Seu pensamento iluminou não só o campo da filosofia da ciência, mas também o da teoria política e das ciências sociais.
Indicações
A leitura dessa obra central de Popper é fundamental para professores e estudantes de Filosofia. Também é indicada a professores de Ciências, Química, Física e Biologia e demais pesquisadores da metodologia científica. Com indicação e orientação do professor, trechos selecionados da obra podem ser lidos com proveito e interesse por alunos de Filosofia do Ensino Médio.
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