26 de março de 2012

Novas Postagens e Links Quebrados

Com a queda do megaupload, e a mudança de politica de varios sites de armazenamento, fui obrigado a fazer um breve intervalo nas postagens, mesmo que a situação ainda não esteja definida vou reativar os links quebrados hospedando os arquivos em outros servidores, ou seja vou reupar todos os arquivos e continuar a postar conteúdo que considero relevante.

8 de dezembro de 2011

Divulgação Científica - Marcelo Knobel

O Texto não é propriamente um artigo mas uma sequência de aulas com propostas de discussões sobre ciência e pseudociência, sugerindo temas e matérias e artigos abordando a fraude de Sokal, homeopatia, astrologia, o que é uma controvérsia científica, além de demarcar de forma didática a diferença entre ciência e pseudociência e  o que os educadores podem fazer a respeito dessas questões.
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28 de novembro de 2011

O Que é a Epistemologia? - Michael Williams

Muitos filósofos nos dias de hoje negam que as questões filosóficas acerca do conhecimento tenham um carácter especial. Defendem que a epistemologia precisa de ser "naturalizada": quer dizer, aproximá-la de uma ou mais ciências, talvez da psicologia cognitiva. Outros filósofos defendem que a epistemologia está morta. Estas perspectivas são dificilmente separáveis: a distinção entre a transformação radical e a abolição imediata não é nítida. Contudo, penso que o naturalismo está enganado e que os obituários da epistemologia são prematuros.

22 de novembro de 2011

O que é metodologia cientifica - Alex Carvalho

O que caracteriza tal método? Na verdade, método, em ciência, não se reduz a uma apresentação dos passos de uma pesquisa. Não é, portanto, apenas a descrição dos procedimentos, dos caminhos traçados pelo pesquisador para a obtenção de determinados resultados. Quando se fala em método,busca-se explicitar quais são os motivos pelos quais o pesquisador escolheu determinados caminhos e não outros. São estes motivos que determinam a escolha de certa forma de fazer ciência.
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17 de novembro de 2011

Kuhn e as Ciências Sociais - Jesus de Paula Assis

O objetivo deste texto e examinar os motivos que levaram historiadores e autores em epistemologia das ciencias sociais a importar os termos kuhnianos de forma tao pouco fiel as intenções do autor do Livro. Antes, sera preciso fixar os principais traços do modelo de Kuhn e, igualmente importante, estabelecer que modelo não é.
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4 de novembro de 2011

Ilhas de História - Marshall Sahlins *

A história é ordenada culturalmente de diferentes modos nas diversas sociedades, de acordo com os esquemas de significação das coisas. O contrário também é verdadeiro: esquemas culturais são ordenados historicamente porque, em maior ou menor grau, os significados são reavaliados quando realizados na prática. A síntese desses contrários desdobra-se nas ações criativas dos sujeitos históricos, ou seja, as pessoas envolvidas. Porque, por um lado, as pessoas organizam seus projetos e dão sentido aos objetos partindo das compreensões preexistentes da ordem cultural. Nesses termos, a cultura é historicamente reproduzida na ação.
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3 de novembro de 2011

Projeto de Pesquisa - Um Instrumental da Pesquisa Cientifica - Marilda Correa Ciribelli

O Projeto de Pesquisa nada mais é que o planejamento, ou melhor, o primeiro passo da pesquisa. A própria palavra projetar aponta para esta direção, significa antever etapas para operacionalização de um trabalho. O agente da pesquisa não pode agir de forma assistemática. O Projeto de Pesquisa é um instrumental técnico que conduz a uma ação específica, com bases em recursos humanos, técnicos e financeiros.
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1 de novembro de 2011

Ler e Escrever na Escola - O Real, o Possível e o Necessário - Delia Lerner

A pertinência desses textos é inegável. Todos eles estão centrados na compreensão e na transformação da prática docente em alfabetização em educação básica. Este livro testemunha um esforço constante para analisar as mudanças nas práticas docentes e teorizar sobre as ações necessárias para que tais mudanças ocorram. Em sua reflexão, Delia incorpora fortemente o pensamento francês de uma corrente conhecida como Didática da Matemática, cujos representantes principais, citados por ela mesma, são Brousseau e Chevallard. E aqui se torna manifesto seu duplo interesse nas aprendizagens básicas. Língua e Matemática  que determinam o êxito ou fracasso inicial. Ela atualiza conceitos fundamentais dessa corrente de pensamento como o de contrato didático e o de transposição didática tratando, no entanto, de encontrar sua própria especificidade no caso da língua escrita. Finalmente, a melhor recomendação que se pode fazer a um livro é mostrar que ajuda a continuar pensando. Que a discussão siga e que o conhecimento avance para que possamos atuar melhor e, assim, garantir o direito à alfabetização de todas as crianças.Arquivo Pdf ou na Amazon.

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