30 de março de 2011

Professor Reflexivo no Brasil - Gênese e critica de um conceito - Selma Garrido Pimenta



A proposta do professor reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito é discutir criticamente o conceito do professor reflexivo, amplamente apropriado e generalizado nos meios educacionais brasileiros. Para isso analisa suas raízes fundantes de modo a compreender o seguinte paradoxo: essa perspectiva conceitual tem se revelado extremamente importante para a leitura, compreensão e orientação do processo de formação de professores, entretanto, também tem sido apropriada por diversos atores pesquisadores e reformadores educacionais, com perspectivas claramente divergentes para esse processo. Diante dessa problemática se necessário avaliar, investigar, aprofundar, analisar e criticar a fecundidade de uma perspectiva teórica para uma formação dos professores e professoras na contemporaneidade brasileira que as valorize como sujeitos. 

29 de março de 2011

O que é mito - Everaldo Rocha *

O mito há de ser sempre um desafio, uma abertura, um enigma. De sentido múltiplo e difuso, é através dele que as sociedades exprimem suas contradições, dúvidas e inquietações. Quase indefinível, pode designar desde o mito de Édipo até o de Michael Jackson, passando pelo mito da mulher amada ou da eterna juventude. Que "verdade" podemos encontrar nele? Quais suas possíveis origens e interpretações?

27 de março de 2011

Epistemologia - Gaston Bachelard *

Denunciar a filosofia existente e fornecer à ciência a filosofia que merece: eis um dos objetivos de Bachelard que, no seu projeto epistemológico, tende para um pluralismo filosófico e assinala à filosofia o lugar entre a ciência e a poesia, como linha de demarcação que permite a liberdade e a eficácia. A presente compilação reúne algumas das ideias centrais da sua reflexão.
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23 de março de 2011

Ontopsicologia - Estudo de Caso Sobre Pseudociência - Renato Zamora *

Certas teorias pseudocientíficas são baseadas na autoridade de um texto, e não em observações ou investigações experimentais, como o criacionismo. Podem apoiar-se em lenda e relatos míticos como o caso de Erich von Däniken, no conhecido livro «Eram os Deuses Astronautas?". Algumas outras teorias pseudocientíficas explicam o que os descrentes, sequer, podem observar, como a energia orgõnica. Outras, não podem ser testadas por serem tão vagas e maleáveis que qualquer aspecto relevante pode ser forçãdo a se encaixar na teoria como ocorre com a iridologia, o estudo da íris com o objetivo de diagnosticar doençãs. Ainda existem aquelas que foram testadas experimentalmente e acabaram refutadas. Para continuar existindo, utilizam-se de numerosas hipóteses ad hoc para sustentá-las, como ocorreu com os biorritmos, na década de 1970, e com a percepção extra-sensorial, até os dias de hoje. As mais conhecidas apóiam-se, principalmente, no uso seletivo de relatos que lhes são convenientes e na capacidade de confundir o raciocínio, mesclando alegações mágicas on fantásticas com informações científicas conhecidas, como ocorre com a homeopatia
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16 de março de 2011

A Escola dos Annales 1929 - 1989 A Revolução Francesa da Historiografia - Peter Burke

Primeira publicação que narra a história do movimento surgido na França, agrupado em torno da revista dos Annales. Ao dar estatuto de objeto de análise histórica a dimensões da vida privada, a Escola dos Annales abriu uma terceira via ao estudo da história, distanciando-se tanto da historiografia marxista quanto da história factual-biográfica. Peter Burke esclarece as coordenadas dessa refundação do método histórico analisando seus fundadores, Lucien Febvre e Marc Bloch, passando ainda por Fernand Braudel, Georges Duby, Jacques Le Goff e Le Roy Ladurie.
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15 de março de 2011

O Homem e seus Símbolos - Carl G. Jung

Inspirado por um sonho do autor e concluído apenas dez dias antes de sua morte, este livro constitui uma tentativa de expor os princípios fundamentais da análise junguiana para o leitor, sem qualquer obrigatoriedade de conhecimento especializado de psicologia. No livro, Jung acentua que o homem só se realiza através do conhecimento e aceitação do seu inconsciente - conhecimento que ele adquire por intermédio dos sonhos e seus símbolos. Enriquecido com mais de 500 ilustrações, que compreende seis capítulos escritos pelo próprio Jung e cinco de seus principais discípulos, é de importância capaital para a compreensão de uma das mais obras mais fundamentais dos tempos modernos. 
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14 de março de 2011

Ficção Científica e Ensino de ciências : para além do método de "encontrar erros em filmes" - Luís Paulo Piassi

Tem sido comum a proposta de empregar filmes de ficção científica — FC — para introduzir conceitos de ciência em sala de aula. No entanto, muitas vezes, o potencial didático de uma obra é associado à precisão científica das situações retratadas. Assim, filmes que exibem cenas fantasiosas ou mesmo flagrantemente contrárias ao conhecimento científico seriam didaticamente menos relevantes do que as que trazem situações realistas.
Nas pesquisas em ensino de ciências, no entanto, a noção de “erro” conceitual tem sido examinada com critérios menos valorativos, seja por aquelas baseadas no desenvolvimento cognitivo, derivadas dos trabalhos pioneiros de Viennot (1979) e de Saltiel e Viennot (1985), seja pelas ligadas à história e à natureza do
conhecimento científico, que mostram como o desenvolvimento do conhecimento no plano individual está sujeito a indefinições e obstáculos similares aos da construção do conhecimento social da ciência.
Além disso, também não é possível ignorar que a obra ficcional segue suas próprias leis: aquilo que um cientista consideraria um erro pode constituir uma estratégia narrativa fundamental para que a história atinja o efeito pretendido pelo autor.
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9 de março de 2011

O Diabo dos Números - Hans Magnus Enzensberger

O livro nega desde o início aquele lugar-comum segundo o qual quem gosta de matemática não gosta de literatura ou, numa outra versão, quem sabe fazer conta não sabe escrever.Robert, o menino do pijama azul, fazia parte dessa maioria que acha os números não só monstruosos, mas também absurdos e inúteis. Um dia, entretanto, ele começa a sonhar com um certo Teplotaxl, um diabo que pinta e borda com a matemática. No total, são doze sonhos, e a cada sonho o tal Teplotaxl faz malabarismos tão interessantes que os números simplesmente deixam de ser malditos. Ficam claros para Robert. Claros e diabolicamente divertidos.

8 de março de 2011

Iniciação à Lógica Matemática - Edgard de Alencar Filho *

Lógica Matemática (que não é a mesma coisa que Raciocínio Lógico) é outro ponto sensível em concursos públicos, pois é difícil achar boas referências por dois motivos: ou porque está aquém do desejado para concursos em geral, ou porque está muito acima do que é exigido nas provas, assim sendo, torna-se difícil encontrar uma obra que esteja no ponto de equilíbrio. Dentro deste escopo, um livro muito interessante é: “INICIAÇÃO À LÓGICA MATEMÁTICA”

A Construção do Saber - Christian Laville

A experiência dos professores cadanenses Christian Laville e Jean Dionne, da Université Laval, em inúmeros cursos interdisciplinares sobre metodologia da pesquisa, permitiu-lhes apresentar os princípios e as práticas de produção da pesquisa de maneira desafiadora, atraente e acessível a todos aqueles que se iniciam na prática da produção do conhecimento científico.
Através deste manual, professores e universitários poderão encontrar bases epistemológicas que fundamentam diferentes formas de produção do conhecimento; as operações mentais e práticas constitutivas do processo do produção de um conhecimento novo ou original; os elementos básicos de análise estatística visando a orientar os pesquisadores a tirarem o máximo de proveito do potencial da informática. Este livro também oferece uma indicação das principais fontes documentais brasileiras e internacionais no campo das ciências humanas. Trata-se de uma iniciação ao que é essencial na prática da produção do conhecimento, desenvolvendo ao mesmo tempo uma cultura científica indispensável para a apreciação crítica dos frutos da pesquisa.
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7 de março de 2011

Como Elaborar Projetos de Pesquisa - Antonio Carlos Gil *

Este livro proporciona a estudantes e profissionais os elementos necessários para a elaboração de projetos de pesquisa nos mais diversos campos do conhecimento.
Em sua elaboração, o autor foi guiado por dupla preocupação. primeiramente, apresentar os iniciantes, de maneira simples e acessível, os elementos necessários para a elaboração de projetos de pesquisa. em segundo lugar, garantir ao profissional de pesquisa, bem como aos estudantes dos níveis mais avançados, inclusive dos cursos de pós-graduação, condições para a organização de conhecimentos dispersos, obtidos ao longo da vida acadêmica ou do contato direto com a prática de pesquisa.
A despeito de seu caráter prático, o livro está longe de ser um receituário; procura, ao longo de seus capítulos, tratar das mais diversas implicações teóricas que envolvem o processo de criação científica.
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3 de março de 2011

A crise da ciência pós-modernidade e a prática do jornalismo científico em Superinteressante - Allan Macedo de Novaes

Um dos grandes desafios do jornalismo em C&T (Ciência & Tecnologia) no Brasil é o fascínio dos veículos especializados em jornalismo científico pela religiosidade, pelo misticismo e pelas chamadas pseudociências. Como principal revista do segmento no Brasil, a Superinteressante apresentou, nos últimos anos, inúmeras matérias de capa com temas voltados para a relação da ciência com o esoterismo e a religião. Como por exemplo as edições números 272, 232, 252, 237, 186, 174. A ascensão de tais temáticas na Superinteressante curiosamente parece coincidir com a época em que a revista consolidou-se como um dos maiores periódicos do país, com dezenas de prêmios ganhos e recordes de vendagem quebrados. Existe, de fato, um aumento do interesse editorial da Superinteressante pela religiosidade e espiritualidade nos últimos anos? Quais são as causas desse fenômeno temático e editorial?
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1 de março de 2011

Normas Tecnicas Para o Trabalho Cientifico - Pedro Augusto Furaste

Um dos objetivos deste livro é tentar tornar mais fácil e menos confuso o esforço que os estudantes precisam fazer para elaborar e formatar seus trabalhos científicos, elucidando dúvidas e apontando caminhos. Na primeira parte, sugere os primeiros passos para a pesquisa e apresenta uma orientação para a elaboração do trabalho, desde a escolha do tema, a sua delimitação e a sua problematização, até a redação definitiva, passando pela coleta e seleção do material adequado.Sempre à luz direta do que está preconizado nas normas oficiais, as Normas Brasileiras de Redação - NBRs - da ABNT, estabelece, na segunda parte, as diferenças existentes entre as várias formas que pode assumir um Trabalho Científico.A seguir, apresenta a estrutura dos diversos trabalhos; as exigências quanto a papel, digitação e/ou datilografia, paginação, espaços e margens das suas diferentes partes, sempre de acordo com o estabelecido pelas últimas normas da ABNT. A forma de referenciar as obras consultadas, a maneira de fazer uma citação e tantas outras dúvidas que nos assustam quando realizamos nosso Trabalho Científico.
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